O Buena Vista Social Club foi um projeto musical realizado no final dos anos 90, a ideia original foi o de reunir expoentes da música cubana e Africana (Mali) com o objetivo levar ao público a diversidade, o calor e, sobretudo, a qualidade dos vários estilos da música*; por situações de visado, os músicos africanos não conseguiram chegar fazer suas parte na gravação e Juan de Marcos e Eliades Ochoa decidem chamar destacados interpretes da música cubana dos anos 30, 40 e 50, muitos deles já aposentados, redescobertos pelo mundo através do documentário produzido por Ry Cooder e Win Wenders, os músicos que integraram o Buena Vista Social Club transformaram-se em referência da música de Cuba.

A longevidade de muitos integrantes da primeira formação (Compay Segundo, Ibrahim Ferrer, Ruben Gonzáles, Cachao, Pio Leiva), fez que Barbarito Torres (fundador do projeto), com objetivo da dar continuidade ao projeto original crio; Barbarito Torres e Estrelas do Buena Vista, sempre trazendo aos palcos, importantes exponentes da música tradicional cubana, como são, o cantor Ignacio Carrillo (Mazacote), e o pianista Rodolfo Justiz (Peruchin).

Apresetações no Brasil

Rio de Janeiro: Circo Voador dia 28 de abril
em Curitiba, no Guairão, 29 de Abril
São Paulo 30 de Abril, Grazie Dio

Barbarito Torres junto ao falecido Pio Leiva

Barbarito Torres junto a Chucho Valdes e Pacho Amat no Festival de Jazz de Havana

* A ideia inicial – batizada de Afrocubism – era reunir as natas musicais de Cuba e Mali, músicos como Eliades Ochoa e Bassekou Kouyate, para um diálogo intercontinental. Mas os vistos não saíram a tempo e os produtores Nick Gold e Juan de Marcos Gonzáles tiveram de se virar. Um Rubén Gonzáles daqui, um Cachaito dali, Compay Segundo e Ibrahim Ferrer de acolá. O resto é história.

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